Close Menu
Projeto Meu BrasilProjeto Meu Brasil
  • Curiosidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Culinária
  • Finanças
  • Tecnologia
  • Casa e Decoração
  • Turismo
  • Cidades
  • Mais
    • Cinema
    • Moda e Beleza
    • Pet
    • Esportes
    • Motor
    • Diversos
    • Carreira
    • Negócios
quinta-feira, outubro 8
  • Quem Somos
  • Política Editorial
  • Contato
Projeto Meu BrasilProjeto Meu Brasil
  • Curiosidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Culinária
  • Finanças
  • Tecnologia
  • Casa e Decoração
  • Turismo
  • Cidades
  • Mais
    • Cinema
    • Moda e Beleza
    • Pet
    • Esportes
    • Motor
    • Diversos
    • Carreira
    • Negócios
Projeto Meu BrasilProjeto Meu Brasil
  • Curiosidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Culinária
  • Finanças
  • Tecnologia
  • Casa e Decoração
  • Turismo
  • Cidades
  • Mais
Início › Saúde › Outubro Rosa: avanços no diagnóstico reduzem mutilação e aumentam chance de cura do câncer de mama, segundo mastologista
Saúde

Outubro Rosa: avanços no diagnóstico reduzem mutilação e aumentam chance de cura do câncer de mama, segundo mastologista

lucamoreiraEscrito por lucamoreira07/10/2026Tempo de Leitura 5 Mins
Compartilhe
WhatsApp Facebook Twitter Telegram LinkedIn Copy Link

Dr. Ruffo de Freitas Junior, especialista cooperado da Unimed Goiânia, explica como diagnóstico precoce e novas terapias mudaram o tratamento da doença; INCA estima cerca de 2.150 novos casos por ano apenas em Goiás para o triênio 2026-2028

A cada ano, Goiás deve registrar cerca 2.150 novos casos de câncer de mama, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para o triênio 2026-2028. A taxa de incidência no estado está acima da média nacional, e a doença segue como a neoplasia mais comum entre as mulheres goianas. No Brasil, a projeção é de quase 80 mil novos casos por ano no mesmo período, o equivalente a cerca de 30% de todos os diagnósticos de câncer entre mulheres.

Segundo o mastologista cooperado da Unimed Goiânia e professor titular da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG), Dr. Ruffo de Freitas Junior, as últimas duas décadas trouxeram uma mudança significativa no entendimento sobre o câncer de mama, impactando diretamente o diagnóstico e o tratamento da doença. “Hoje tratamos lesões muito menores do que há duas décadas, principalmente dentro do sistema Unimed, onde equipamentos como mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética das mamas mudaram por completo esse cenário. O entendimento das alterações genéticas também permite identificar mulheres com maior risco, que precisam de um rastreamento mais frequente, separando-as daquelas que podem fazer mamografia a cada dois anos”, explica.

Rastreamento: o foco da campanha

Para o mastologista, a campanha de outubro chama atenção justamente para o comportamento que mais salva vidas, o rastreamento regular. “As pessoas acham que câncer de mama só acontece em quem tem história familiar. Na verdade, aproximadamente 70% dos casos acontecem em mulheres que nunca tiveram ninguém na família com a doença”, afirma.

Toda mulher a partir dos 40 anos deve fazer mamografia anualmente, segundo o médico. “A taxa de radiação da mamografia é menor que a de um raio-x de tórax, e mesmo sendo cumulativa, o risco de qualquer alteração decorrente dela é muito inferior ao benefício de uma detecção precoce. Mulheres com mamas densas devem priorizar a mamografia digital ou com tomossíntese, e aquelas com risco aumentado precisam associar a ressonância magnética das mamas ao acompanhamento”, orienta.

Um estudo conduzido pela UFG com mulheres goianas mostra que hábitos de vida também entram nessa conta. A alimentação foi apontada como o principal fator modificável de redução de risco, com destaque para a dieta tradicional goiana, rica em arroz, feijão, frutas, verduras e carnes magras, além da prática regular de atividade física e do controle do consumo de álcool. “Mulheres que fazem exercício físico tendem a ter uma chance menor de desenvolver câncer de mama do que as sedentárias. O controle do peso também é um fator importante, assim como o acompanhamento adequado para quem faz terapia hormonal na menopausa”, completa.

Nem toda paciente precisa de quimioterapia

Muitas pessoas ainda associam o tratamento do câncer de mama exclusivamente à quimioterapia, mas o médico explica que esse cenário mudou. “Certamente a quimioterapia é o tratamento que mais causa efeitos colaterais, e é extremamente importante em vários casos. Mas existem plataformas genéticas, como o Oncotype DX e o Mammaprint, que permitem, com segurança, deixar de fazer quimioterapia em aproximadamente 40% das pacientes, evitando efeitos colaterais sem reduzir a eficácia do tratamento”, afirma.

Entre as alternativas que se somaram à quimioterapia nos últimos anos estão a imunoterapia, as terapias-alvo e os chamados conjugados anticorpo-droga, que entregam o quimioterápico diretamente dentro da célula tumoral. “Isso mudou o prognóstico até de tumores antes considerados mais agressivos, como os casos HER2 positivo e triplo-negativo. Hoje conseguimos uma taxa de cura altíssima para uma doença que, no passado, era difícil de controlar”, completa.

Cirurgias menos invasivas

A evolução no diagnóstico também impactou o tratamento cirúrgico. Segundo Dr. Ruffo, a retirada completa da mama deixou de ser necessária na maioria dos casos. “Estudos conduzidos ao longo de mais de 25 anos mostraram que a retirada completa da mama não traz benefício adicional em relação a cirurgias mais conservadoras associadas à radioterapia. Hoje conseguimos identificar apenas o linfonodo sentinela, reduzindo a cirurgia e as complicações de motricidade e força no braço”, detalha.
Técnicas de oncoplastia e reconstrução mamária também evoluíram, permitindo, segundo ele, “além do tratamento do câncer, entregar à mulher um resultado estético muito mais adequado, reduzindo o estigma associado à doença”. A radioterapia também mudou: tratamentos que antes duravam de cinco a seis semanas hoje podem ser concluídos em uma semana, com equipamentos capazes de concentrar a radiação na mama e preservar pulmão e coração.

A prevenção como atitude contínua

Neste ano, a Unimed Goiânia leva ao Outubro Rosa e ao Novembro Azul uma campanha que une os dois movimentos em torno de uma mesma ideia: a prevenção não precisa caber em apenas dois meses do calendário. A saúde costuma dar sinais, mas a proposta da cooperativa é reforçar que não é preciso esperar por eles para prestar atenção. Com peças que transformam elementos do cotidiano, como um semáforo, uma xícara de café e uma formação de nuvens, em diferentes representações desses sinais, a campanha convida à reflexão: “Sua saúde não precisa de um sinal para receber atenção.” Prevenção também é cuidar antes, conhecer os próprios riscos, manter hábitos saudáveis e acompanhar a saúde de perto.

(Crédito: magnific)

Amou? Salve ou Envie para sua Amiga! WhatsApp Facebook Twitter Telegram Copy Link
Post AnteriorA arte de receber: quando a mesa posta transforma encontros em experiências
Próximo Post Última semana da Goiânia Restaurant Week: festival segue até domingo (11) com menus a partir de R$ 59,90
lucamoreira

    Leia também

    Hanseníase: diagnóstico precoce é fundamental para prevenir incapacidades e interromper a transmissão

    08/10/2026

    Grupos de apoio depois da alta: como a troca de experiências fortalece a recuperação

    26/09/2026

    Clínica de reabilitação em Pará de Minas: os desafios do tratamento da dependência de opioides

    07/09/2026
    Aproveite para comentar este post aqui em baixo ↓↓: Cancel Reply

    Mais lidas da semana
    36 Modelo ENEM Redação Nota 1000: Estrutura Infalível e Proposta Completa
    19/05/2026
    Outubro Rosa: avanços no diagnóstico reduzem mutilação e aumentam chance de cura do câncer de mama, segundo mastologista
    07/10/2026
    Escolher um profissional de bairro: comparar informações e confirmar horários
    07/10/2026
    O Silêncio dos Inocentes e o Medo do Desconhecido: Análise Completa e Onde Assistir
    30/09/2026
    Picadas de animais peçonhentos: o que você faz de errado e como agir
    18/05/2026
    Publicados recentemente
    MJC Music lança trilha sonora oficial da série “Ben-Hur”: com experiência em Dolby Atmos e clipe inédito
    08/10/2026
    Chase estreia “Por Trás da Onda” no canal da OuroRecords
    08/10/2026
    Atendimento vira fator de sobrevivência no varejo
    08/10/2026
    Hanseníase: diagnóstico precoce é fundamental para prevenir incapacidades e interromper a transmissão
    08/10/2026
    Última semana da Goiânia Restaurant Week: festival segue até domingo (11) com menus a partir de R$ 59,90
    08/10/2026
    Sobre o Projeto Meu Brasil

    Publicamos dicas, curiosidades e notícias sobre culinária, turismo, finanças, saúde, cultura e o dia a dia dos brasileiros, com textos produzidos e revisados pela redação.

    Contato: thiagosilvacandido60@gmail.com
    WhatsApp: +55 82 98729-5319

    Editorias
    • Casa e Decoração
    • Cinema
    • Culinária
    • Cultura
    • Curiosidades
    • Esportes
    • Finanças
    • Moda e Beleza
    • Motor
    • Pet
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Turismo
    • Carreira
    • Negócios
    © 2026 Projeto Meu Brasil. Todos os direitos reservados.
    • Quem Somos
    • Política Editorial
    • Política de Privacidade
    • Política de Cookies
    • Termos de Uso
    • Contato

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Digite Esc para sair.